Boquete no Ônibus

Outro dia me peguei lembrando de algumas situações da juventude, afinal a fase mais interessante da vida sexual é quando não temos dinheiro nem sabedoria para fazer as coisas certas e nos lugares certos, e me diverti bastante compartilhando memórias com meus amigos Jack Daniel’s e Cohiba. Uma de tais lembranças remonta aos tempos de pré-vestibular, não importando a idade dos personagens, aonde eu e uma namoradinha resolvemos abusar da sorte e dar vazão a um tesão crescente, nos fundos de um ônibus de linha, tentando não aterrorizar os passageiros.

Ela era baixinha, devia ter 1.60 m por aí, e tinha o corpo delicado e magro, seios medianos, bundinha empinada e coxas bem desenhadas. Sua barriguinha chapada ela adorava mostrar, especialmente quando usava o piercing com pingente de golfinho. Cabelos loiro-escuros e pele branquinha lhe davam algum destaque, e seu rosto delicado com lábios carnudos eram capazes de provocar qualquer um que tivesse atração por mulheres, inclusive os professores do curso e eu, sortudo por ter aquela delícia como namorada, tentava não demonstrar ciúmes, embora no fundo meu desejo era espancar cada babaca que cantava minha delicinha.

Desde o início do nosso namoro, sempre fomos ousados, nos trancando no banheiro do curso nos intervalos ou mesmo procurando lugares ermos na rua para dar fluidez à nossa volúpia, por falta de dinheiro e idade para ir a um motel. Sempre tomamos cuidado com voyeurs, mas algumas vezes acabamos sendo flagrados ou observados, embora naquela época não existisse celular com filmadora ou sites de “caiu na net”, então mesmo que algum boato pudesse se espalhar, nunca passava de boato.

Naquele dia, ela foi para a aula com um belo decote e uma saia curta, devido ao calor que fazia em nossa cidade e, sentada ao meu lado, tornou impossível que eu conseguisse me concentrar no que os professores falavam. Para me provocar ainda mais, ela colocou brilho labial de morango, algo que me despertava um tesão fudido na época da adolescência, especialmente quando tal brilho ficava espalhado pela superfície da minha jovem e imberbe minhoquinha. Nos últimos instantes da aula, a loira passou alguns instantes repetindo no meu ouvido, com voz sexy, que havia acordado com vontade de me chupar até eu gozar e beber toda a minha porra até ficar satisfeita. Como estávamos sentados no fundo da sala, o ápice da loucura da moça foi quando ela abriu meu zíper, colocou a mochila dela no meu colo e me tocou uma punheta, em plena aula.

Quando a aula finalmente acabou, a peguei pela mão e fomos embora rapidamente, ávidos por um lugar aonde eu pudesse cobrar aquele boquete. Não havia. Por sacanagem do destino havia gente em todos os lugares ocultos que a gente conhecia. A solução foi entrar na lanchonete próxima ao curso e ir até o banheiro, mas era dia de promoção, e a lanchonete estava lotada. Comecei a me desesperar, cedo ou tarde a loirinha teria seu tesão arrefecido, e eu teria que me aliviar com a amiguinha mexicana Palmita de Las Manos, a qual já não me aguentava mais, e vice-versa.

Foi quando tive uma ideia brilhante e disse para a loira “vamos fazer no ônibus”. Eu achei que ela me mandaria para o inferno ou coisa parecida, afinal sempre pegávamos o ônibus no mesmo lugar, todos os dias, e nunca conseguimos sequer dar um amasso sem ser interrompidos por uma velhinha ou um mendigo intrometido, que dirá chegar as vias de fato no coletivo. Só que, graças ao tesão excessivo da loirinha, ela acatou minha ideia, e lá fomos nós para o ponto.

Entramos no coletivo e fomos para o fundo, em busca dos últimos bancos. Já posicionados, ela na janela, bem encolhida para ficar quase invisível, e eu ao seu lado, ficamos na torcida para que ninguém sentasse perto. Entraram poucas pessoas e o ônibus começou a andar, e felizmente todos sentaram nos bancos mais à frente. Eu e minha delicinha nos entreolhamos, e logo em seguida ela reforçou o brilho labial, me dando sinal que iria querer participar da minha ideia louca. A viagem levaria 40 minutos, e cada segundo era precioso.

Imediatamente abri o zíper e deixei a trosobinha saltar, ela estava totalmente hirta, quase a ponto de explodir, e a loirinha não perdeu tempo, imediatamente segurando a base do boneco com sua mão pequena e abocanhando a vara com seus lábios carnudos revestidos com brilho labial em abundância. Com uma mão segurei no ferro do banco à frente, e com a outra segurei a cabeça da menina para conduzir seus movimentos, ao mesmo tempo em que me concentrava na poker face, de forma a não atrair a indesejada atenção dos presentes.

Aquela boquinha quente subia e descia no meu pau, boquete sequinho, sem baba, e a língua macia da loira me fazia estremecer conforme deslizava pela pele grossa da trosobinha fumegante. Cada vez que o ônibus parava em um ponto, eu ficava tenso, mas ela não se descuidava do trabalho, enquanto a mim restava uma opção: torcer para que ninguém viesse sentar perto. Meu momento de maior tensão (e tesão) foi quando uma mulher veio caminhando em direção ao fundo do coletivo, então empurrei a cabeça a da loirinha para baixo, forçando-a a uma deliciosa garganta profunda, até a mulher indecisa finalmente decidir aonde iria sentar.

Depois que aliviei a cabeça da loirinha, ela me olhou e sorriu, sussurrando que eu era safadinho. Naquela época eu não imaginava que algumas mulheres gostam de ser conduzidas no boquete, mas minha loirinha gostava, e aprendi com ela que “dói, um tapinha não dói“, entre outras técnicas de selvageria que me renderiam bons frutos no futuro. Leitor, eu deveria ter pego nos cabelos da vadiazinha e socado meu pau na garganta dela com força naquele ônibus, mas a falta de experiência me fez continuar apenas recebendo passivamente aquele boquete delicioso, cujo prazer gerado reagia com a adrenalina e faziam meu corpo estremecer de puro tesão.

Eu estava perto de gozar, muito perto, e me desliguei por alguns instantes do local que estávamos, ao passo que a loirinha subia e descia cada vez mais rápido com a boquinha na minha vara. Quando acordei, três pares de olhos arregalados nos observavam: três meninas com uniforme escolar, bem mais novas que nós, nos olhavam assustadas, em pé ao nosso lado. A loirinha sequer percebeu, e continuou seu trabalho, enquanto eu, trêmulo, apenas coloquei o dedo em riste diante do lábio e fiz sinal para que as garotinhas ficassem quietas. Elas começaram a rir, uma risada envergonhada, e foram se sentar longe de nós, embora a cada 2 segundos uma delas olhava para trás.

Entregue à loucura do momento, busquei a saia da minha parceira e levantei. Afastei sua calcinha para o lado e comecei a dedilhar seu cu e bucetinha, alternando os movimentos e as dedadas. A bucetinha dela estava super molhada, e pensei em colocá-la no meu colo para foder aquela loirinha ali, sem me importar com as consequências, mas com o estímulo que recebeu em sua intimidade, a loira amplificou o poder de seu boquete, arrancando de mim o último pingo de controle e despertando uma descarga de tesão que percorreu cada milímetro do meu corpo. Gozei, derramei jatos seguidos de porra fervilhante na boca da loirinha, que ficou parada, degustando o toque de meu néctar em sua língua, enquanto minha vara pulsava em sua boca. Habilidosa, ela me punhetava lentamente, como se ordenhasse as últimas gotas de leite da fonte.

Assim que tudo terminou, ela abriu a boca para me mostrar a porra inundando o interior de sua boca pequena, e em seguida engoliu, abrindo a boca em seguida e mostrando que nada havia ficado para trás. O único problema dos boquetes da loira é que ela teimava em me beijar de língua após o término e, naquela época, eu me importava um pouco com o fato de chupar minha própria pica por tabela. Ao término do beijo, ela ajeitou a saia e se preparou para descer do ônibus, pois o ponto dela já se aproximava. Antes de descer, ela falou no meu ouvido que as nossas viagens de ônibus nunca mais serão iguais, e me deu outro beijo. Fiquei observando aquela menina deliciosa caminhar pela calçada, enquanto o coletivo seguia seu caminho.

Como ainda faltavam alguns minutos para eu descer, coloquei a cara na janela e fiquei devaneando, sentindo o vento quente da tarde de verão em meu rosto e sonhando acordado com o prazer que eu havia acabado de sentir. Quando dei por mim, as garotinhas com uniforme escolar estavam sentadas no último banco, cochichando e rindo, e me deixando encabulado pois me olhavam sem parar. Perguntei o que era tão engraçado, e uma delas chegou no meu ouvido e perguntou se eu podia mostrar “meu negócio” pra elas. Chave de cadeia? Nem pensar. Levantei e desci dois pontos antes do que eu deveria descer, sob protesto de uma das meninas, que gritou da janela que iria contar para todo mundo o que ela viu.

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